Cem mil para começar.

Tiago R Cardoso - 02.09.2008

Fosse eu, um normal cidadão e eu queria ver se o estado me pagaria cem mil euros de indemnização.

Evidentemente que o normal seria esse, um cidadão é preso injustamente e quando libertado deverá ter a possibilidade de ser indemnizado pelos estragos, sejam morais ou sejam patrimoniais.

A questão é outra, e se fosse eu ou tu?

Provavelmente levarias um “olhe, pode ir andando que não se passa nada”, sem reclamações ou ainda levava um processo por difamação.

No caso leva-se para começar cem mil e depois avalia-se o resto…

Claro que vai existir recurso sobre o assunto, mas acredito que no final, para alem da honra limpa, pelo menos para a grande maioria, porque outros continuaram a olhar para Paulo Pedroso de lado, os cem mil quase de certeza ninguém os tira.

6 comentarios:

Compadre Alentejano disse...

Pode ser que a sentença faça jurisprudência, e casos futuros já tenham outra atenção dos juízes.
Um abraço
Compadre Alentejano

António de Almeida disse...

-A Justiça andou mal em todo este processo. Ainda veremos o Carlos Silvino ser o único pedófilo do país.

Peter disse...

Concordo inteiramente com o teu ponto de vista, a balança da Justiça está desiquilibrada, pois a venda tem uma pequena fresta que possibilita a visão.

joshua disse...

Há quem não resista ao corporativismo da justiça e a reacções corporativas.

PALAVROSSAVRVS REX

JOY disse...

Lança-se o recurso para tapar o sol com a peneira e de repente o rapaz tem 100.00o dele na conta bancária. Querem uma aposta ?

Um abraço
Joy

Pata Negra disse...

Não sou eu que vou julgar esta criatura mas, das duas uma, ou ele ou o juiz, um dos dois deveria ser preso! Agora que seja o desgraçado do Estado, que nem sequer tem orgãos sexuais, a pagar, isso é que não!
Porque afinal, somos nós todos que estamos a pagar os actos daqueles que nos representam e que paradoxalmente são eles próprios!
Um estado que, afinal, levou o seu caminho do socialismo até ao xuxalismo!
Um abraço dum cidadão com sexo e com antebraço