Medo

Tiago R Cardoso - 30.07.2008

Onde estás, meu amor ?
Que chão frio é este, onde estou ?
Que paredes são estas, pintadas de dor ?
Que força foi essa, que me marcou ?


Tenho medo, meu amor.
Tenho medo de adormecer,
de nunca mais te ver.
Tenho medo de te perder, com esta dor...

7 comentarios:

Daniela Major disse...

Já vi que o Notas tem a sorte de ter um camões privativo...

Márcio disse...

Já há muito tempo não lia um poema seu...

Compadre Alentejano disse...

Mas o que se passa Tiago?
Apesar de gostar de poesia, estou intrigado com o meu amigo. Espero que seja passageiro...
Um abraço
Compadre Alentejano

lusitano disse...

Dizia-se dantes que em cada português havia um poeta.

No português Tiago há um, sem dúvida nenhuma!

Parabéns!

joshua disse...

A poesia é o caminho mais curto para o prazer. Por isso muitos a evitam.

PALAVROSSAVRVS REX

Dalaila disse...

e assim se escreve sem medo, e muito bem, gostei muito de ler-te! obrigada pelo momento

Fa menor disse...

Muito bem, Tiago! Apesar da tristeza que passas para o lado de cá... mas os poetas são assim! Vivem tudo ao pormenor
quer seja a alegria, o amor ou a dor...