Uma pérola destas e ninguém diz nada?

António de Almeida - 10.06.2008

Quinze virgens pelo fim da guerra entre dois clãs

Estranhamente não encontrei na minha ronda diária pelos blogues cá do burgo, nomeadamente aqueles que se entregam ás causas e acreditam nos amanhãs que cantam, qualquer referência á notícia acima que retirei do "Diário de Notícias".
Estão todos entretidos com a história do dia da Raça, à procura duma polémica sem que ninguém lhes passe cartucho.
Por muito que não gostem mantenho-me coerente, mais uma vez fica demonstrado que os países islâmicos não representam valores de decência e civilização.

5 comentarios:

Daniela Major disse...

Eu li isso nao sei onde...e ri-me. Ás vezes é estranho como é que ás vezes as coisas podem ser tão diferentes do que estamos habituados

Compadre Alentejano disse...

Prefiro o dia da raça.
Esse facto mostra bem a cultura do nosso PR. Não estaria ele a referir-se à raça ariana? Ou seria à de Castro Laboreiro? Ou perdigueiro? Com esta gente, nunca se sabe...

lusitano disse...

Por um cão e um burro, entregam-se 15 raparigas a um terrivel destino.
Explica bem quanto "valem" as mulheres naquelas paragens!
Que raio de mundo este!
Tenho para mim que a expressão "dia da raça" não tinha a conotação que hoje se lhe quer dar no sentido rácico de pretos, brancos, amarelos, etc, mas sim da luta e vontade de um povo, que é o povo Português nele entendidos todos os que pelo mundo inteiro pertenciam e ainda hoje pertencem, (porque cá vivem e se não por nascimento, cá se naturalizaram).
Não tem portanto uma conotação de diferenciação na raça, (cor da pele), mas de modo e sentir de viver.

quinttarantino disse...

Não há polémica nenhuma lá com a história do deslize do Presidente da República, embora se exija ao magistrado da Nação maior atenção a pormenores como este!

Mais a mais, fica-se na dúvida sobre que raça se fala quando se fala de raça em Portugal?

Quanto à questão das virgens e dos islâmicos, o ANTÓNIO DE ALMDEIDA ou confunde as coisas ou, no que me concerne, não me lê com cabeça, tronco e membros.

Uma coisa é existirem sectores islamistas e certos estados que não representam valores de decência e civilização, e por aí podemos estar de acordo.

Outra bem diversa é um país civilizado e decente ter comportamentos de vergonha ... por exemplo, ter um juíz do seu Supremo Tribunal a defender que se eu pegasse na cabeça do meu caro amigo e a enfiasse vezes sem conta dentro de uma tina com água isso não era tortura (obviamente que o exemplo é apenas um exemplo)!

antonio disse...

Em pleno dia da raça, não se me ocorre criticar divergências culturais...