Quem está a seguir faça o favor de se apresentar

António de Almeida - 12.06.2008

Galp decidiu aumentar novamente o preço dos combustíveis.

A classe profissional que se sentir mais prejudicada faça o favor de vir para a rua gritar, bloquear estradas, que o governo dispõe de medidas de compensação financeira para distribuir.
Requisitos básicos: aguentar dois ou três dias os protestos na rua, saber arremessar pedras e partir qualquer coisa.
É levado em consideração dar entrevistas aos media, mesmo que não se saiba dizer patavina. Têm preferência agricultores ou taxistas!

7 comentarios:

Fa menor disse...

Ai, que até se me apertou o coração... me subiu um fogo ao rosto...
Deixem-me estar quieta no meu canto, que já não há mais ânimo para protestos!

quinttarantino disse...

Posso ser eu a protestar?

quinttarantino disse...

Esqueci-me ... aguento dois ou três dias nas calmas, tenho experiência de lidar com órgãos de Comunicação Social ... só quero um subsídio para renovar a frota (o carro da mulher está a fazer dez anos), quero gasóleo profissional no meu, e majoração no IRS.

António de Almeida disse...

-Já somos dois Quint, penso é que nos falta experiência no arremessar de pedras, e não esquecer que os agricultores têm prioridade.

quinttarantino disse...

ANTÓNIO DE ALMEIDA arremessar pedras, assim no geral, é capaz de ser tipo mandar a bola ao cesto ou atirar a bola de rugby?

Anónimo disse...

Assim começa a apertar!!!
Vendo droga à descarada. Recebo Rendimento mínimo. Tenho um BMW e a minha mulher tem um astra. e põe-se a pergunta: Como posso levar o mesmo preço pela droga? Assim vou ter que aumentar o preço da droga para fazer face às despesas!!!! E os coitados dos drogados? Como é que eles se vão governar?

Anónimo disse...

ESTES GRANDE FILHOS DA TRUTA GALP/GOVERNO MIJAM EM CIMA DE NÓS

Um quadro superior da GALP, admitido em 2002, saiu com uma indemnização de 290.000 euros, em 2004.

Tinha entrado na GALP pela mão de António Mexia e saiu de lá para a REFER, quando Mexia passou a ser Ministro das O.P. e Transportes...

O filho de Miguel Horta e Costa, recém licenciado, entrou para lá com 28
anos e a receber, desde logo 6600 euros mensais.

Freitas do Amaral foi consultor da empresa, entre 2003 e 2005, por 6350 euros/mês, além de gabinete e seguro de vida no valor de 70 meses de ordenado.

Manuel Queiró, do PP, era administrador da área de imobiliário (?) 8.000 euros/mês.
Um administrador espanhol, ao dar entrada já contava com 15 anos de antiguidade (é o que receberá na hora da saída), mais pagamento da casa e do colégio dos filhos, entre outras regalias.

Guido Albuquerque, cunhado de Morais Sarmento, foi sacado da ESSO para a GALP.
Custo: 17 anos de antiguidade, ordenado de 17.400 euros e seguro de vida igual a 70 meses de ordenado.

Ferreira do Amaral, presidente do Conselho de Administração. É um cargo não executivo (?) era remunerado de forma simbólica: três mil euros por mês, pelas presenças.

Mas, pouco depois da nomeação, passou a receber PPRs no valor de 10.000
euros, o que dá um ordenado "simbólico" de 13.000 euros...

Outros exemplos avulso:

Um engenheiro agrónomo foi trabalhar para a área financeira a 10.000
euros por mês;

A especialista em Finanças que foi para Marketing por 9800 euros/mês...

Neste momento, o presidente da Comissão executiva ganha 30.000 euros e os vogais 17.500.

Com os novos aumentos, Murteira Nabo passa de 15.000 para 20.000 euros mensais.

A GALP é o que é, não por só culpa destes senhores, mas também dos amigos que
ocupam, à vez, a cadeira do poder.

Este "fartar, vilanagem", só funciona porque existe uma inenarrável parceria GALP/Governo. Metade do preço de um litro de combustível vai para a empresa e, a outra metade, para o Governo.

Assim, este dream-team à moda de Portugal, pode dar cobertura a um bando de sanguessugas que não têm outro mérito senão o cartão de militante.

Ou o pagamento de um qualquer favor político...

Antes sustentar as gasolineiras espanholas que estão no mercado do que estes vampiros!