Porque não nos sentimos seguros

António de Almeida - 26.04.2008

PUBLICO - Mais de 100 participações diárias de assaltos a casas
Não bastava o aumento de fenómenos como o carjacking, ou assaltos em estabelecimentos à mão armada, ficamos agora também a saber que diariamente são participados à polícia mais de 100 assaltos a casas.
Por muito que o ministro afirme que a criminalidade tem vindo a baixar, ou que Portugal está ainda longe dos números apresentados noutros países, por detrás de cada número existe uma vítima, e alguém que se apropriou do que não lhe pertence, de forma violenta ou não.
Como tenho inúmeras vezes defendido, é necessário dar um sinal à escumalha que opta pelo caminho da marginalidade, que o crime não compensa, agravando as penas de prisão, e no caso de oriundos de outros países, com expulsão após cumprimento das penas.
Sem contemplações, tolerância zero para criminosos; as pessoas de bem têm todo o direito a sentirem-se seguras.

3 comentarios:

Denise BC disse...

António
Quando se trata de segurança, não se precisa de números, basta ter um único caso, que já é mais que suficiente para se tomar atitudes e providências para que não se repita ou mesmo torne-se corriqueiro, principalmente quando existem vítimas.

Peter disse...

Quando os legisladores e respectivas famílias, deixarem de ter guarda-costas, polícia à porta de casa e circularem sem escolta, ou até nos transportes colectivos, que só lhes faz é bem, talvez passe a haver leis adequadas à sociedade em que nos inserimos.

Não me interessa se nos outros países há mais, interessa-me é que no meu país haja menos.

Que tenhas gozado uns bons dias de descanço. Eu estou a adaptar-me a uma nova forma de vida.

Abraços.

Tiago R Cardoso disse...

Dissestes bem, reprimir e combater o crime, a preocupação é enorme, evidentemente que ainda não é questões para alarmismo, mas merece uma grande atenção estes aumentos de criminalidade.