Alberto João Jardim e os lacaios.

Já sabemos que o Sr. Alberto João Jardim, aos olhos do continente, se tornou uma figura de animação, ou seja, quando isto está sossegado, eis que ele surge para animar a coisa.

Desta vez veio a terreno criticar o facto dos três deputados do PS-Madeira terem aprovado o Orçamento de Estado, situação que já aqui foi objecto de análise pela minha parte.

O Sr. Jardim aproveitou a ocasião para, num estilo muito próprio, tecer alguns comentários sobre o assunto. “Eu sempre considerei o PS, desde que começou o processo de autonomia, os lacaios de Lisboa, sempre foi o partido representante de Lisboa, aqui, na Madeira”, afirmou. E ainda disse mais uma: “O que o PS pediu, também de uma forma fascista, foi que se reforçasse as polícias, tribunais e mais não sei o quê, portanto, tudo o que fosse aparelho repressivo do Estado”.

É nesta altura que termina a animação, pois de facto este tipo de conversa já nos leva a colocar a coisa noutro nível.
Quem não soubesse diria que tais palavras foram ditas por um representante de um território, que está debaixo de ocupação armada, exercida por uma ditadura.

Grave foi também uma afirmação antiga do Sr. Jardim, que eu não me esqueci. "Este tipo de politica poderá acordar sentimentos adormecidos no povo madeirense".

Estas afirmações com segunda leitura secundadas por outras vindas dos confins do "jardinismo", dão que pensar.

É que tivemos direito ao aparecimento do Sr. Gabriel Drumond, deputado do PSD-Madeira, que para não ficar atrás do seu “guia espiritual”, avançou com uma ainda mais grave “se os poderes legislativos que a Madeira reivindica não forem satisfeitos, a solução é a Assembleia Legislativa, eleita para defender os interesses do povo da Madeira e do Porto Santo, declarar unilateralmente a independência”.

Parece-me que este Sr. Drumond limitou-se a dizer aquilo que o líder não diz publicamente. Será, pois, carne para canhão, porque é preciso ser-se muito estúpido para não saber que só esta frase dá motivos para ser processado criminalmente.

Para completar este “lindo” quadro, todos os dias somos brindados com notícias sobre os “atropelos políticos” que são feitos na Madeira pelas forças que controlam o poder da região.

É claro que muitos vão dizer que se trata do folclore do costume, que já estamos habituados à figura, mas eu discordo. Ao longo da história sempre tivemos figuras destas e que se tornaram casos complicados.

Nesta altura seria necessário fazer umas perguntas, sendo que aqui deixo algumas:

Sr. Jardim, diga de uma vez por todas se quer a independência ?
Qual é o seu sonho, uma região autónoma em pleno ou uma Cuba de Direita na Europa?
E já agora, onde é que arranja esses papagaios que falam por si ?

Aguardam-se respostas!

31 comentarios:

Carreira disse...

Olá Tiago.
O post está, como sempre, impecável e acerta em cheio em mais uma «mouche».
Desejo-te uma boa participação no programa de quarta-feira com o Joaquim Jorge.
Abraço para ti, para o Quintino e para o Quintino.

Sniqper ® disse...

Amor com Amor se paga...
Passei aqui para responder ao que escreveu, no Kolmi.
Mais tarde, como sempre tenho feito, passarei por aqui para ler e comentar o seu texto.
Um abraço

SILÊNCIO CULPADO disse...

Tenho dificuldade em comentar este post na medida em que, em consciência, não o sei fazer. Vou tentar dizer o que penso de uma forma que pode não ser a mais correcta mas que corresponde ao sentir de uma cidadã que visitou o arquipélago da Madeira talvez uma dúzia de vezes nos últimos 30 anos. A primeira foi antes do 25 de Abril, com uma miséria do mais degradante possível. Depois voltei, pouco depois do 25 de Abril e a miséria continuava. Pessoas a viverem em cavernas e a pedincharem nas ruas, descia-se em cestos, com roldanas, para o Curral das Freiras, populações sem estradas, sem água canalizada e sem luz eléctrica.Câmara dos Lobos era absolutamente intransitável. Uma miséria que contrastava, pela negativa, com as condições gerais de vida no continente. Estive 20 anos sem lá voltar e quando voltei, há 7 anos não queria acreditar no que via. Ruas limpas, não vi ninguém a pedir, estradas , água canalizada, luz e um ambiente convidativo. Passei a ir lá todos os anos não só para Porto Santo, que tem a melhor praia de Portugal, como para a ilha da Madeira onde tudo é mais barato que cá e se pode jantar num bom restaurante junto à baía de Santa Catarina, com música ambiente e boa comida e preços mais acessíveis.
Que Alberto João é bruto e inconveniente, é verdade que é. Que já lhe deviam ter posto um freio, já deviam. Que tem os seus lacaios é verdade que tem. Que tem sugado o continente para pôr na Madeira é verdade que sim.Que não é flor que se cheire é verdade que não.Agora que ele fez pela Madeira o que ninguém foi capaz de fazer pelo continente isso também é verdade. Aqui dinheiro que entre é manteiga em focinho de cão. Lá há segurança para passear à noite e aqui não. É só isto que eu sei dizer. Sinto-me melhor lá que cá. Se quiser içar a independência mudo-me para lá. Não é coisa que já não me tenha ocorrido.

SILÊNCIO CULPADO disse...

Só quero acrescentar mais uma coisa. O que eu disse não significa que fora da rota turística não encontre ainda situações de pobreza, entenda-se. Só que não é uma pobreza similar à que havia antes.

Carol disse...

Olá, Tiago!
Antes de mais, obrigada pelas visitas assíduas.
Quanto ao post, só te posso dar os parabéns, como sempre. Amigo, a fasquia está cada vez mais elevada!
Relativamente a essa pessoa de que falas, posso-te dizer que não lhe confiro dignidade ou moral alguma para falar de democracia.Vem ele falar do que é a disciplina de voto?! Pois, aquilo na Madeira é só gente livre de votar no que quiser e como bem lhe aprouver...
Quanto à ideia da independência, meu amigo, só posso dizer que já tarda!
Bjs e boa semana.

NINHO DE CUCO disse...

O homem é um malcriadão e um quero posso e mando.Mas que fez obras fez.Claro que sei que contou com tudo aquilo que sabemos. A Madeira usufrui de condições especiais nomeadamente de uma taxa de IVA inferior à do continente. Agora que se nota uma nítida evolução, isso nota-se. O resto não sei que lhe diga.

ANTONIO DELGADO disse...

as primeiras afirmações são nitidamente separatistas ou indendentistas: Assim as entendo! Vivi varios anos no Pais Vasco e as afirmações do Alberto João Jardim parecem-me as do Arnaldo Otegi, do Herri Batasuna, há uns anos atras, depois da ETA fazer explodir qualquer bomba. Conheço este tipo de ameaças discursivas que só estimulam ,odios raivas e confrontações entre os cidadãos de um mesmo país. Nunca entendi a causa ou causas, que ainda não levaram Alberto João Jardim, a sentar-se nos bancos do tribunal, ora por afirmações ou então pelo incumprimento da lei. quanto ao que diz parece-me que é porque tem publico para ouvi-lo. Neste aspecto é curioso entender o que atras alguém expressou sobre o povo madeirense: ainda não há muito "vivia nas cavernas". Se hoje, a madeira é um local completamente diferente, poderá ser que AJJ tenha os seus meritos apesar dos metodos não convecerem ninguém: esta contradição deixa-me apreensivo.
Excelente texto.

um abraço
antónio

NÓMADA disse...

O homem pode ser ixecrável mas foi eleito com uma maioria tão absoluta que não deixa margens para dúvidas.
E que tem obra feita tem.

quintarantino disse...

A questão, meus caros, não se circunscreve a Alberto João Jardim ter sido sucessivamente eleito com maiorias absolutas confortáveis e amplas, nem ao desenvolvimento que a Madeira regista sob a sua condução política.

A questão radica em que, à semelhança do que sucedeu no Chile, temos de aturar os excessos e a verborreia de um eleito semi-iluminado que, sempre que se lembra, agride e ofende tudo e todos.

Devidamente enquadrado por figuras como as de Jaime Ramos e outros afins.

Quanto ao apelo à independência, força!
Experimentem... aliás, avancem mesmo.
Como diria o outro, e isso a mim dá-me cá um abalo!

Sniqper ® disse...

Para se trabalhar não implica ter de utilizar uma linguagem recheada de insultos, esses a que o Sr. Alberto é perito nos seus
discursos, claro que na melhor da intenções, utilizando essa forma como reforço das suas ideias. Mas o facto é que tanto no que
diz respeito aos portugueses bem como a figuras do Governo, já todos foram alvo dos seu mimos linguísticos.
Se alguns lhe acham graça ou não se incomodam com tal acto, pela minha parte, só espero pelo próximo insulto dirigido aos
portugueses, em termos menos próprios, para me dirigir ao Ministério Público e apresentar uma queixa contra esse senhor, se os outros não o fazem, paciência, mas depois se o tom subir por parte do Sr. Alberto não se queixem.
Quanto a dar a possibilidade sequer de esse senhor falar sobre a independência da Madeira, essa não, já chega de uma parte dos
nossos impostos serem suporte para as fantásticas obras de evolução da Madeira. Quem não concorda com um "arrendamento" ou acha que o melhor será comprar a sua própria habitação, assume a responsabilidade de governar com os seus próprios meios a sua
familia, certo? Então se quer independência faça uma proposta ao Governo português de compra, deixando deste modo a porta aberta ao debate na AR, mas independentemente da aceitação ou não dos membros do Governo os portugueses também devem dar a sua opinião através do seu voto, simples e nada complicado.
Quanto ao que li no comentário da Silêncio, não estou totalmente de acordo, apesar de não conhecer a Madeira ao vivo e a cores, acompanho as notícias e as conclusões que vou tirando é que talvez não seja assim tão grandiosa a transformação da ilha, ou será?
Bem como no que diz respeito a segurança, restauração e afins, tudo depende do tamanho geográfico da zona em questão, ou seja se formos comparar segurança e/ou violência entre os Estados Unidos e Portugal, a conclusão será que somos um país seguro, estou errado?
Mas minha amiga, respeito a sua opinião até porque conhece o terreno, bem como a sua vontade de mudar, quando não estamos bem num lado de facto o melhor é mudar, até porque começamos a sofrer com tal situação e se podemos minorizar o nosso sofrimento com uma simples mudança, então nem é preciso pensar, sim fazer a malas e voar ao encontro do jardim.

al cardoso disse...

Seria interessante quando cada vez mais se fala de uinioes, a separacao e constituicao de um minusculo pais com o nome "Madeira"!

O senhor Jardim, a quem ate dou algum credito pelo desenvolvimento daquela regiao, que va mas e pentear macacos!

Francisco Castelo Branco disse...

Esta na hora de acabar com a ditadura que se vive na Madeira!Jardim não tem competência nem moral para criticar quem quer que seja! Se ele não se deixa ser criticado, porque critica os outros?
Abraços

Márcio disse...

Quer queiramos, quer não quando se fala no nome do Jardim a primeira coisa que nos vem à cabeça é: qual o tamanho da gargalhada que vamos dar agora?
Jardim é de facto uma figura incontornável… até tinha uma sugestão para ele, mas acho melhor não, iria abafar os outros concorrentes – concorrer aos Cómicos de Garagem da Antena3.
Também há uma coisa que continuo a não perceber, se a Madeira faz parte de Portugal como Democracia… será que o PR não poderá fazer nada para acabar de vez com este espécie de ilha das bananas?

SILÊNCIO CULPADO disse...

Márcio
O pR actual tal como o anterior não vão com a cara do Jardim. Porém se o demitem têm que convocar novas eleições, ele candidata-se e ganha com uma maioria cada vez mais absoluta.
Mas atenção eu percebo as críticas que lhe fazem e não sou adepta daquela postura afrontosa e ordinária.

Carol disse...

E não seria útil perceber se estas maiorias tão absolutas são obtidas de modo legal? É que, sinceramente, tenho muitas dúvidas!

Joshua disse...

Se a independência nos der sossego daquele protagonismo de pagode e samba e carnaval e demonização dos do Contenente, por que não?!

O dicotomicismo no discurso jardiniano é mais para consumo interno. É uma forma de fazer política e de demagogizar.

Agora, Tiago, pensa assim: vale mais um cão que ladra, mas não morde, do que esta canzoada toda que nos vai mordendo, diminuindo, sobretaxando, onerando de todas as formas imaginativas, e ainda assim, ladra e ladra e ladra gloriosamente.

Desses temos de ter medo porque nos seus discursos partidários são triunfalistas e triunfam por cima do meu cadáver vivo e dos de muitos portugueses em dificuldades tremendas.

Queria ter estado em Viseu com um cartaz dirigido a Sócrates corrosivo: «Metes na Ordem Contas Públicas, Metes na Ordem Toda a Gente. Gente nua nas partes púbicas, Só está vestida em tua mente.»

SILÊNCIO CULPADO disse...

Como assim Carol?

amsf disse...

Caro Silêncio culpado

Na Madeira tudo mais barato!? Certamente que não esteve na Madeira onde eu vivo! Se assim fosse o argumento constante de que a Madeira deve receber proporcionalmente mais do que as outras regiões devido à dupla insularidade caia por terra. A ideia geral aqui é que em Lisboa é tudo mais barato!

António de Almeida disse...

-O Drumond pode dizer o que quiser, mas fará apenas o que Alberto João mandar! Como escrevi há uns tempos, Alberto João vinha a perder fôlego para a oposição, e só uma estupidez monumental, temperada com arrogância, por parte do governo nacional, lhe deram o poder que ele hoje novamene detém. Estou a falar da Lei das Finanças Regional, a qual se em vez de entrar em práctica em 2007, o tivesse sido em 2009, Alberto João nem iria a eleições, ou se o fosse, provavelmente iria perder a maioria, mas Sócrates quis enfrentar A.J.J., e escolheu a pior maneira. Penso que Alberto João já não quer nada, perdeu há muito qualquer ilusão em liderar o PSD, é uma figura histórica incontornável dos pós 25 de Abril, das regiões autónomas, e da Madeira em particular, ninguém ocupará como ele, o palácio da vigia por tanto tempo, o homem agora quererá chegar apenas a 2011 e reformar-se, deixem-no em paz, antes que ele se arrependa, provocá-lo é dar-lhe força.

antonio disse...

"Se a independência nos der sossego daquele protagonismo de pagode e samba e carnaval e demonização dos do Contenente, por que não?!" Ó Joshua só podes estar a brincar! Isso é o melhor espectáculo que o Alberto monta.

O Alberto, ao contrário dos seus mais buçais colaboradores, sabe perfeitamente que uma coisa é dizermos que a vaca cheira mal, a outra é largarmos-lhe a teta!

Tiago, agora vamos tratar do teu caso.

Sr. Jardim, diga de uma vez por todas se quer a independência?
Tás a gozar? E quem paga as contas?

Qual é o seu sonho, uma região autónoma em pleno ou uma Cuba de Direita na Europa?
E daí? Desde que seja ele a mandar.

E já agora, onde é que arranja esses papagaios que falam por si?
Bem a esta não respondo, porque existem determinadas coisas que as meninas deste blog não nos deixam dizer…

Fernanda e Poemas disse...

Querido Tiago, lindo texto.
Adorei tudo o que ele contém.
Beijinhos,
Fernandinha

Blondewithaphd disse...

I'm gonna get crucified by this, but here it goes: I wouldn't have half as much fun as I do if it weren't for Alberto João Jardim! I'm sorry but I can't seriously comment anything coming from that character. I look at him and I go "Deixa passar esta linda brincadeira, lalala" (the rest I don't know, I confess). That is a mock state, a mock president/governor or whatever he thinks he is.
Is it independence he wants? Well, pardon the cliché, but go ahead, make my day! Just don't come asking for subsidies and special protocols because you were once a colony and want a privileged status with the ex-colonial power as it was the case in so many other circumstances! See if you stand on your own!

Zé Povinho disse...

O desenvolvimento da Madeira não desculpa a linguagem usada por esse senhor. Quanto à independência com que ameaça veladamente, já ninguém o leva a sério. Nós pagamos regiamente os dislates oratórios de Jardim, ele disso não abdica certamente.
Abraço do Zé

ALEX disse...

O Alberto João é o Chávez cá do nosso Portugal. É intragável a forma como se exprime.

Vieira Calado disse...

Eu já nem oiço esse e os outros seus lacaios.
Não sei se serão assim tão ignorantes, mas dão-me nojo.
Um abraço

João Rato disse...

Em matéria de democracia houve um tempo em que a Madeira divergia do Continente, infelizmente hoje, parece que nos estamos a aproximar!

C Valente disse...

A Sr Jardim já não merece tantas palavras, mas enfim, Se este senhor pretende a independencia, que façam consulta ao povo da medeira e decidam, mas tambem que se acabe a torneira
Saudações amigas

JOY disse...

Que A.J.J é um ditadorzinho arrogante,uma pessoa mal formada e mal agradecida ,que tem afirmações completamente idiotas e ofensivas para quem o sustenta ,mas há uma coisa que para mim que lhe dou valor, independentemente dos governos que estiverem no poder defende a Madeira como eu gostaria de ver os governos defenderem o pais .

Cumprimentos
JOY

JOY

Fragmentos Culturais disse...

Mais uma excelente análise de intervenção política, Tiago!

Como já escrevi no 'post' de 'Quintarantino'... abstenho-me por assuntos que não vêm para aqui, de entrar na verdadeira discussão política!
Nunca oiço os políticos! Passam logo 'ao silêncio', perto de mim e viro a rumos mais interessantes!

Mas, tenho consciência que vozes como a sua são cada vez mais necessárias! E quando é preciso lutar contra injustiças, eu luto!
Normalmente sou 'conhecida como a 'contestatária Mafaldinha'!

A Madeira é mesmo do 'Jardim'!

Agora, uma coisa eu tenho que concordar com a 'Silêncioculpado'! As pessoas têm outro nível de vida, são educadamente atenciosas e cívicas [coisa que rareia no Portugal de hoje].
Não vi miséria na rua, não vi droga, e à noite toda a gente pode dormir descansada, sem o barulho 'terrivelmente ensurdecedor' de espaços nocturnos porque simplesmente não os há!

Fui este verão passar um fim-de-semana à Figueira da Foz e no hotel onde fiquei, mesmo junto à marginal central, não consegui dormir a partir das 02H! O barulho 'troante' e 'batocante' durou até às 08H!

Não conheço nenhum cidade europeia [das poucas que visitei] em que isto se passe! Nem na vizinha Espanha cuja 'movida' é bem conhecida!!
A partir das 02H tudo retoma o silêncio. E nas cidades mais a norte, a partir das 23H/24H.

Adoraria ouvi-lo amanhã na RFM Matosinhos. Será que capto? E qual é a frequência?

Continuação de bem estar [será que já está recuperado?] e uma óptima intervenção no programa, se não conseguir ouvi-lo!
Não dava para publicar aqui em 'podcast' ou YouTube?! Só eu é que continuo uma 'arara' no que concerne à publicação de videos ;)

Sensibilizada pela sua fidelidade amiga a 'fragmentos'!

Excelente tarde, fria mas muito luminosa!

Compadre Alentejano disse...

Gostei do post, parabéns.
Quanto ao Alberto João, o problema é patológico e, talvez, etílico...
Quanto ao sr. Drumond, porta voz do Alberto João, acho que se deve fazer a sua vontade e conceder a independência TOTAL.
Um abraço
Compadre Alentejano

Fragmentos Culturais disse...

Muito obrigada Tiago pela informação!

Ver online a essa hora, ser-me-á impossível, a não ser que fique disponível. Poderei então ver mais tarde.

Só uma nota ao meu comentário anterior! Não pense que sou contra os divertimentos nocturnos! Pelo contrário! Eu até sou 'nocturníssima' :) de outro modo não estaria aqui a esta hora!
E adoro ambientes de música e conversa!
O que quis foi enfatizar a falta de respeito que há pelo descanso do cidadão comum!

Uma boa noite!
Aqui nos reencontraremos, amanhã!