Apesar de Quioto, ambiente continua no "vermelho"!

Normalmente o mais comum é dizer-se "isso só acontece aos outros."
Mas, no fundo, todos nós sabemos que tal nunca é verdade.

Pelo que temos visto nas notícias, o clima tem sofrido grandes alterações com ciclones, tempestades, secas, etc, fora de época ou frequentemente com inusitada violência.

Nós por cá achamos que isso não é nada connosco, mas, no entanto, quem olhar pela janela vê que as coisas andam trocadas.
Na semana passada tempo seco acompanhado por incêndios; ontem, um enorme temporal.
Isto tudo em Novembro.
No curto espaço de um mísero mês.

Todos sabemos, ou pelo menos devíamos saber, que há alguns anos atrás foi assinado um protocolo global, justamente baptizado com o nome da cidade onde foi assinado (Quioto) e que nesse acordo foram estabelecidas metas obrigatórias para a redução das emissões de gases com efeito de estufa em 36 países industrializados.

Evidentemente que os dois países mais poluidores do mundo (Estados Unidos e China) apareceram para as fotografias, mas nunca chegaram a ractificar o acordo.

Quando se fez este acordo muitos aplaudiram e fizeram uma festa, considerando que por muito escasso que seja, mais vale um mau acordo do que acordo nenhum.

Pessoalmente sempre considerei, apesar de também aplaudir o acordo, que as linhas que estabelecem que se pode transaccionar poluição são simplesmente estúpidas.
É o capitalismo a entrar em todo o lado. A fazer de conta que se reconvertia ao verde, mas a continuar da cor do cifrão lá no seu íntimo.

O que se passa é que foram criados limites de emissão de gases para cada país e a nação que não atingir a cota máxima pode vender o resto a quem polui acima do fixado.
Uma perfeita aberração.
Eis o que digo e penso.

Entretanto, a conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre clima a decorrer em Valência acordou num guião para o combate ao aquecimento global e disse que os governos têm poucos anos para prevenir alguns dos piores impactos.

Afirmou ainda que, os gases com efeito de estufa atingiriam um máximo em 2015 de modo a limitar o aumento da temperatura a um intervalo entre 2,0 e 2,4 graus Celsius face à era pré-industrial.

A União Europeia (EU) considera os 2,0ºC um limiar para mudanças "perigosas", e mesmo num cenário de aumentos inferiores a este, a projecção é de mais fogos selvagens, mais mortes devidas a vagas de calor, cheias, secas e má nutrição em África.

O que me leva de volta ao início do texto: para quando acabar com a mentalidade do "isto só acontece aos outros "?

Para quando começarmos a ver que semelhantes alterações climáticas já nos estão a atingir?

Para quando a consciência que se não actuarmos, por muito insignificante que seja a nossa contribuição, estamos de facto a hipotecar o futuro dos nossos filho e dos nossos netos?

Não façamos como o outro americano que afirmou que a ligação entre as alterações climáticas e a emissão de gases poluentes ainda não está provada e que os Estados Unidos não vão impedir o crescimento das suas empresas.
Pelo vistos, preferem a destruição do planeta.

Muitos podem considerar que têm mais em que pensar, mas eu acho que dada a capacidade do ser humano de pensar (pronto, eu condescendo, há algumas excepções) temos de pensar em tudo, pensar evidentemente no nosso presente e no nosso futuro imediato.

Mas principalmente é preciso pensar do futuro daqueles que amamos, em resumo este mundo em que vivemos e que eles viveram.

Sob pena de aquela cena que uma vez vi num qualquer filme de animação se tornar mesmo realidade: era um dia épico pois ia cair, nas cataratas do Niagara, a última gota de água doce do mundo.

Milhares de repórteres. Individualidades de todo o mundo, Cidadãos anónimos.
A gota deslizante, veio por ali fora, lançou-se no abismo e desfez-se em mil bocados.

Troaram as palmas e afinaram-se discursos.

E de repente, no meio daquela gente toda, alguém diz: "Ei, tenho sede…".

Silêncio absoluto.

33 comentarios:

Keops disse...

Caro Tiago. Nada mais verdadeira a dificuldade em ver para onde se teima em conduzir o Universo. Esta tacanhez é mais uma manifestação de como se incentiva o não sonho. Hoje, hoje, mais e forte! Egoistamente!Manifesta-se o quanto se gosta dos filhos proporcionando o bem imediato. Que o desfrute. Que as gerações futuras estejam comprometidas...isso será problema deles. Tenho sorte, a mim já ninguém me tira os mais de cinquenta vividos, até poderia sentir-me contente. Porque não me sinto?

quintarantino disse...

O Ambiente... eis um dos temas do momento.
E que muito dá que falar.
A comunidade científica incapaz de se entender quanto às consequências do famoso efeito de estufa, embora elas sejam fácilmente adivinháveis de modo empírico quando se diz que o tempo já não é o que era.

O capitalismo a querer dar mostras de reconversão, embora muitas das vezes o que alegadamente se vende como sendo "verde" não passe de um embuste tremendo.

Grupelhos de ambientalistas que causam mais prejuízos à causa do ambiente, do que benefícios.

De qualquer modo, já se notam mudanças nalguns comportamentos políticos, em Estados e na sociedade civil.

Actos tão simples como reutilizar bens, reciclar, separar de forma selectiva o lixo são já seguidos por muitos cidadãos, embora alguns continuem a ter muita dificuldade em perceber que o lixo é para ser mesmo metido dentro do ecoponto e não à sua volta; bem, também há cãmaras que têm um serviço de recolha que francamente...

Mudar as lâmpadas lá de casa para modelos económicos é outra prática, embora aconselhável que seja de forma faseada dado o preço das economizadoras;

Fechar a torneira quando se lava os dentes;

Colocar um objecto nos autoclismos mais antigos que ocupe espaço e diminua a quantidade de água no mesmo...

Eis alguns ingredientes que podem ser um valioso contributo que cada um de nós dá!

António de Almeida disse...

-Se por um lado existem algumas relações causa-efeito por provar, a dúvida reside apenas na extensão, e não na existência, mas não será apenas a poluição a responsável, mas também a exploração de recursos sem regras, o desrespeito por normas simples, que podem não poluir, mas esgotam recursos naturais, existem aqui uma série de factores, que não adianta esconder, e sim estudar e corrigir. Mas atenção, que também existe quem queira lucrar com alarmismos, é que nesta como noutras nobres causas, aparecem sempre os abutres.

Joshua disse...

Lá, onde hoje vemos estações eólicas, veremos estações de absorção e armazenamento de carbono. Ou nos mexemos ou o mar virá sobre os nossos calcanhares.

adrianeites disse...

é vergonhosa a actuação da china dos EUA e até de Portugal por exemplo que compra quotas de poluição aos países nórdicos que cumprem com o protocolo...

Sniqper ® disse...

E de repente, um planeta de nome Terra, caminha para o fim, para a extinção da vida.Porquê?

Márcio disse...

Tenho verificado com agrado os alertas que ultimamente este blog tem feito sobre os mais variados temas. No entanto, questiono até que ponto isto pode fazer o efeito desejado nos leitores. Isto porque, sendo o Notas um blog com um grau de intelectual já um pouco elevado… os leitores que aqui param, penso estarem alertados sobre os problemas da sociedade alertamos. E não será por causa dos leitores que o mundo está como está.
Mas, apesar disso, está também nas nossas mãos alertar os outros… aqueles que pensam apenas no seu bem-estar, ignorando por completo o futuro “dos seus filhos e netos”. Muitos pensam que este problema está ainda longe de se verificar as ameaças protagonizadas por Al Gore, que os tais “2,0º C” são quase nada, e que até é bom… que assim não há tanto frio.

carla granja disse...

muito real e muito triste
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........ / . . . .`\ . . \ ............vim♥
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.............. ,_|| .................fique♥
................ \||.............perfumado♥
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................. || .Bjs...♥
e boa semana
carla granja

Fernanda e Poemas disse...

Olá Querido Tiago, li e reli com muita atenção o teu texto.
O tema Tiago está actualizadissimo.
Se me permites amigo, subescrevo o teu texto.
Muitos beijinhos,
Fernandinha

Sniqper ® disse...

Isto porque, sendo o Notas um blog com um grau de intelectual já um pouco elevado… os leitores que aqui param, penso estarem alertados sobre os problemas da sociedade alertamos. E não será por causa dos leitores que o mundo está como está.

Esta não entendo, diz o Márcio que o Notas é um blogue com um elevado grau cultural, como tal todos os que visitam o Notas estão conscientes do caos deste Mundo? O que terá a ver o grau cultural com o trabalho aqui feito? Se cultura fosse solução para todos os problemas, então era fácil, por exemplo para que hospitais, bastava escolas, simples não era?
Bem como se a culpa do caos deste mundo não é por nossa culpa, é de quem então, dos marcianos?

Blondewithaphd disse...

Oh well, this is one of those very difficult questions. I think that recycle, reuse, not waste water is essentially a matter of civic duties, of morals. "Love thy neighbour", respect your others, that kind of thing. Then it's naturally a question of preserving the environment and, after all, the survival of our species.
But then there's no consensus between scientists and political leaders. Populations are still turning a blind eye, economic lobbies are powerful. Very dificult question!

SILÊNCIO CULPADO disse...

O protocolo de Quioto foi firmado há já mais de uma década. Ou seja: tempo mais que suficiente para reflectir e delinear o futuro. Porém, e é bom não esquecer, o país mais poluidor, os Estados Unidos, não subscreveu o protocolo de Quioto. Porquê? Porque as indústrias menos poluentes são muito mais onerosas e, logo, aquela grande potencia não pode ver reduzidas as suas margens de lucro.As catástrofes climatéricas que tem sofrido têm sido resultado das suas opções gananciosas e egoístas.
Quanto aos países que ultrapassam a meta estabelecida pelo protocolo de Quioto comprarem quotas aos que foram menos poluentes, parece-me uma forma correcta de racionalizar as emissões. Os países que optaram por indústrias mais poluentes, para beneficiarem de tecnologias mais baratas, deverão sofrer uma penalização sem, no entanto, pôr em causa o plafond acordado pelo conjunto dos países que subscreveram o protocolo de Quioto.
Aliás um dos pontos assentes, e que me parece do mais correcto, é que os países desenvolvidos optem, cada vez mais, por energias alternativas deixando às economias emergentes a, ainda, utilização de indústrias poluentes necessárias ao seu desenvolvimento.
Quero ainda realçar o apreço que tenho pelas políticas ambientais do executivo de José Sócrates que, pese embora as críticas que sempre as há, são um passo qualitativo de enorme significado futuro.É evidente que, em período de crise, seria muito difícil Portugal, o país dos mais pobres da UE, cumprir as metas de Quioto. Porém a postura de uma auto-responsabilização pelo não cumprimento mesmo através da compra de quotas a outros países é, em meu entender, altamente construtiva. E mais louvável ainda o apoio às energias alternativas que está a ser promovido pelo actual governo.Se não fossem outras políticas,nomeadamente da saúde, que merecem o meu completo repúdio, pela questão ambiental não teria dúvidas em votar PS.

Miss Vader disse...

Acho que o ambiente é importante e que devemos fazer muita coisa para não estragar a terra. Gostei de ler o texto.

NINHO DE CUCO disse...

Falar do ambiente nunca é demais. E falar no protocolo de Quioto é avivar as consciências para uma chaga que continua a alastrar.
Mas há várias formas de Portugal se preparar para cumprir as metas de Quioto. Uma dela é avançar com o TGV e deixar-se do novo aeroporto.
Claro que tem que se desenvolver uma consciência cívica logo a partir das escolas mas não chega.

ALEX disse...

É um ponto de vista do amigo Tiago que eu não perfilho. Não significa que seja eu quem está certo mas não vejo muita lógica naquilo que afirma porque há regras nos protocolos que são para serem cumpridas e os quase 40 países que as subscreveram não são todos idiotas.Se não houvesse necessidade de disciplinar e pôr em prática medidas com vista à redução de emissões de CO2 nem tinha havido protocolo. O know how em matéria ambiental adquire-se com muito estudo e aprofundamento e, mesmo assim, as dúvidas ficam no ar.Seria muito bom que fosse tudo tão simples como o dá cá um copo de água ou baixa-se o volume do autoclismo. A reconversão dos equipamentos industriais custa balúrdios e vão encarecer produtos que por si já não são muito competitivos face a uma concorrência feroz dos mercados internacionais.As opções do ambiente não são fáceis nem instantâneas se tivermos em conta que o Portugal tem a economia praticamente estagnada. Muito está a ser feito num panorama de crise como a que se vive e que não é só culpa dos governos.

Shark disse...

Esta é mesmo uma questão complexa.
Penso que o Tratado de Quioto é um excelente ponto de partida e que os estados signatários estão de boa fé em todo o processo.
Obviamente que os exemplos apontados dos EUA e China têm de ser considerados, mas outros há que contribuem para o agravamento das condições climáticas e de poluição (como a Austrália).

Paralelamente, a educação ambiental começa nas escolas e essa já se vai fazendo e começa-se a notar um pouco.
De igual modo, a consciência cívica das pessoas também tem de ser exercitada de modo a que cada um dê o seu contributo.

É pena que um post como este não esteja a merecer a reflexão e os comentários que seriam mais que merecidos.

Márcio disse...

Caríssimo Sniqper®
Aquilo que eu quis dizer, e reafirmo, é que no meu entender os leitores e comentadores do Notas são pessoas que estão a par da actualidade, dos problemas sociais. E como tal, aquilo que é preciso fazer é levar a mensagem a quem não está a par disso. Não me acredito que, por exemplo, você não esteja a par destes problemas ambientais. Ou será que isto para si foi uma lição, um “puxão de orelhas”, pelas atitudes não muito ambientais.
Quando falei em "nós", não estava a referir à sociedade em geral, o “nós” era restringido.
Atenção, não estou a criticar o texto do Tiago R Cardoso, nem o anterior do Quintino! Muito pelo contrário… tentem perceber aquilo que estou a querer dizer. Ambos sabem do imenso respeito (apesar não os conhecer pessoalmente) que tenho por eles.

R@Ser disse...

A redução das emissões dos gases de efeito=esfeito, especialmente CO2 e CH4, se constitui, hoje em dia, em um dos maiores desafios da humanidade. Cabe, portanto, a cada um de nós uma parcela importantíssima de responsabilidade nessa tarefa gigantesca. Reduzir as emissões de gases de efeito-estufa implica em melhoria de qualidade de vida, haja vista que a captura de carbono no mercado de créditos específicos já se tornou uma prática comum entre as médias e grandes empresas como é o caso dos biodigestores na suinocultura que está sendo construídos somente com fins de receber dinheiro. Infelizmente pensando apenas no dinheiro e não no meio ambiente. Cabe, agora, ao órgão públicos interessados e envolvidos na questão, desenvolver campanhas de fiscalização e controle dessa atividade.
Bjim

NÓMADA disse...

Os problemas ambientais em Portugal devem-se, numa parte significativa, às más políticas de transportes que têm sido postas em prática.O transporte rodoviário é altamente poluente e tem sido dominador no mercado de transportes.E não são só as emissões de CO2, são as baterias que são abandonadas e que deixam nos solos um líquido corrosivo que queima a possibilidade de culturas durante 100 anos.São os pneus e outros componentes que ficam em céu aberto ou são reciclados de forma poluente. São os carros que ficam abandonados e há sucata por tudo o que é sítio. Já se está a fazer alguma coisa mas não chega. O mesmo acontece com os electrodomésticos.
Somos um país com rios e costa e há que incentivar o transporte marítimo, fluvial e também o ferroviário.
Depois há todo um conjunto de comportamentos que têm que ser corrigidos. O uso e abuso dos sacos de plástico, por exemplo.
Quanto ao protocolo de Quioto é o protocolo da vergonha para os Estados Unidos que não o subscreveram por quererem continuar a poluir impunemente. Acho muito bem que haja punições para quem não cumpra as metas de Quioto.

bluegift disse...

A poluição é uma das ironias da civilização. Andamos por aqui todos a lutar contra a pobreza e pelo desenvolvimento e acabamos por cair obrigatoriamente em medidas que provocam o aumento da poluição.

Há que encontrar um equilíbrio. Há que ter coragem para tomar medidas drásticas que combatam a poluição que nos enriquece e simultaneamente envenena.

Além disso, muitas armadilhas de escondem nestas campanhas de defesa do ambiente. Por vezes julgamos estar a servir uma boa causa e acabamos por servir os interesses políticos de tipos que, no fundo, se estão a lixar para o ambiente.

É uma discussão complicada.

C Valente disse...

enquantos os EUA e outros países só pensarem em dolares, e não no ambiente, vamos pagando todos a degradação do planeta
saudações amigas

Fa menor disse...

Olhem, amigos,
vós sabeis muito melhor do que eu, que os interesses são mais que muitos! Enquanto os objectivos das pessoas forem maioritariamente os de grandeza e poder não há ambiente que se salve!

7 Pecados Mortais disse...

Amigo Tiago, já respondi ao desafio literário. Consulta a vossa caixa de Notas. Abraços.

Sniqper ® disse...

Muito Bem Márcio

Gostei da explicação, muito boa, direi mesmo excelente. Então a do ”puxão de orelhas” está divinal, até senti, acredita?
Sabe o que lhe digo, quando precisamos de explicar os nossos comentários, como por exemplo o fez em relação ao texto actual e ao anterior, meu caro algo vai mal na sua consciência, ou então está a ser politicamente correcto, e desse lixo já Portugal está bem fornecido, infelizmente.
Deixe de ser restringido porque quando comenta num blogue está a falar para o Mundo, não para os amigos da rua onde mora, percebe?
Já agora podia pensar numa solução para passar a mensagem, é uma ideia, que acha? Talvez fazer como aquele senhor que nos jogos de futebol invade o campo, correndo quem nem uma gazela, nuzinho de todo e, claro em vez de ter patrocinadores nas costas poderia colocar uma frase para passar a mensagem, pense nisso...

Maria P. disse...

Não venho comentar o post, mas li com agrado.

Venho agradecer o "desafio" que será respondido na Casa.
Obrigada.

Um beijinho e boa noite.

JOY disse...

Estou de acordo com o Quint.quanto a venda de quotas de emissão de co2,eu também não concordo,há paises a preferir comprar quotas de emissão de co2 uma vez que sai mais barato do que investir na transformação de uma industria altamente poluidora numa mais amiga do ambiente ,o principio deveria ser todos os paises trabalharem para reduzir as emissões de co2 e os que não cumprirem serem fortemente penalizados .Este objectivo todos sabemos torna-se dificil de atingir enquanto paises como os Estados Unidos,China,India ,Austrália não reduzirem as suas emissões.Nós temos também uma quota parte muito importante nesta luta tendo uma atitude mais amiga do ambiente no nosso dia a dia .

JOY

aryanalee disse...

O tema do post é demasiado sério e muito oportuno.Muito boa gente tem consciência da realidade do clima global, mas infelizmente outros valores mais imediatistas preocupam as mentes gananciosas dos governantes.
Subscrevo o seu texto.
Um abraço

antonio disse...

Oh Quint! Essa da garrafa de água no autoclismo é brilhante! Olha e toda essa água que os rios lançam no mar?

Quantos autoclismos representam? Quantas torneiras abertas (enquanto lavamos os dentes)?

Vamos impedir que os rios corram para o mar? Acorda meu amigo que estão a gozar contigo... já agora, podem todos acordar.

Carol disse...

Excelente escolha!
Mas sabes, Tiago, a ignorância de algumas pessoas até dói... No comments!
O desafio foi aceite. Podes verificar passando pelo meu cantinho...
Bjs e tudo de bom.

ANTONIO DELGADO disse...

Os EUA mandam por mais protestos se possam fazer e economia emergentes seguem o seu caminho. Suponho que será muito dificil fazer alguma coisa além de alertar...infelizmente!

De verdade que ando muito pessimista em relaçao a este tema.

Um abraço
António Delgado

Lampejo disse...

Tiago,

As minhas preces são todas desesperadas, para que todos tenham consciência do desperdiço.

"O silêncio absoluto" é a cor da sede.
A morte!

(Eu também tenho...Sede!)

P.S..: o desafio foi aceito, obrigada!

(a)braços :(

Márcio disse...

Caro sniqper®,
Se é sua intenção entrar no campo da discussão, usando para isso a má-criação, não conte comigo.
Fique bem

Fernanda e Poemas disse...

Querido Tiago, hoje ao ler o texto da nossa amiga SILÊNCIO CULPADO,
Encontrei o teu comentário e neste momento o meu coração ainda bate fortemente.
Meu amigo Bem-hajas por existires.
Beijinhos,
Fernandinha