A lata da "independente" Roseta

Assim se vê a coerência dos independentes.
Helena Roseta, esse arauto de várias coisas, queria pelouros mas não se comprometia em qualquer acordo com o novel presidente da maior Câmara Municipal do país.
Só posso dizer que é preciso lata.
Aliás, propagandeia-se por aí agora as virtudes e o assomo de coragem de Alegre e Roseta porquê e para quê? Só porque são o Alegre e a Roseta?
É que há por aí muito cidadão independente a dar o corpo ao manifesto nas autarquias e desses raramente se fala com tanto desvelo.
Cá para mim, fala-se deles apenas e só para chatear o Sócrates.

4 comentarios:

Tiago R Cardoso disse...

O amigo não percebe que são cidadãos "ilustres", gente "intelectual", pessoas acima do "povo", embora no caso, a Sra. Roseta teve uma emoção do povo, que foi a inveja de não ter sido convidada primeiro.

Zé Povinho disse...

Roseta não era de facto uma independente, não esqucer isso. O Zé, que dizia-se fazia falta, também precisou de máquina partidária e a gora até dá jeito ao Costa.
A lógica partidária seca tudo à sua volta, e é pena.
Abraço

antonio disse...

Bem, se é para chatear o Sócrates... VIVAM a Roseta, o Alegre e o engenheiro inscrito na ordem Mário Lino!

quintino disse...

O Senhor Zé Povinho seja bem vindo aqui a este humilde canto de má língua. Não muito viperina que deformações profissionais e olho vivo aconselham que se seja "moderato andante"!!!
António, você não gosta mesmo do homem... olhe que agora até ir buscar o Mário Lino...